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Publicado 24/07/2016

Hospital Metropolitano (Serra) se mantém referência em cardiologia

Hospital Metropolitano (Serra) se mantém referência em cardiologia
Instituição investe ano a ano em tecnologia e melhorias nos serviços

Consolidado como referência na área cardiológica no Espírito Santo desde 1996, o Hospital Metropolitano, localizado na Serra, teve a capacidade de atendimento da UTI Cardiovascular ampliada de 11 para 20 pessoas em outubro último por meio de um investimento de R$ 5 milhões em obras, instalações e equipamentos.
 
O diretor-presidente do Hospital Metropolitano, Remegildo Gava Milanez, destacou a importância da ampliação dos serviços para a sociedade: “A expansão da UTI Cardiovascular contribuiu para o crescimento que a instituição está experimentando nesta área”.
 
Remegildo Gava Milanez ressaltou os investimentos na modernização tecnológica e na estrutura física da UTI: “Buscamos o contínuo crescimento técnico-científico, com bons resultados assistenciais na cardiologia”.
 
Os leitos estão instalados em boxes individuais fechados, são equipados com aparelhos de última geração e possuem sistema de ar-condicionado inteligente, que controla a temperatura de cada boxe, além de bancadas de silestone, material antibacteriano fabricado na Espanha, que reduz o risco de contaminação.
 
Déficit
De acordo com a diretora técnica da instituição, Karla Toríbio Pimenta, a abertura do setor contribuiu para minimizar a carência de leitos de alta complexidade que afetava o Estado, assim como todo o Brasil. No Espírito Santo, até o final de 2015, havia um déficit de 405 leitos de UTI, segundo informações da Secretaria Estadual de Saúde (Sesa).
 
“Ao mesmo tempo em que ampliamos a capacidade de atendimento, instalamos uma infraestrutura moderna que propicia hoje a realização do trabalho de forma mais eficaz, o que eleva a segurança e o padrão de qualidade”, informou Karla Toríbio.
 
A diretora enfatiza a importância de o serviço ser realizado por uma equipe qualificada, competente e eficiente: “São profissionais comprometidos com o resultado do seu trabalho. Como consequência, há melhor assistência, com foco na resolutividade”.
 
Lia Márcia Massini Canêdo, diretora clínica do Metropolitano, ressalta que a UTI é compatível com o posicionamento da instituição, que busca a excelência em assistência. “Necessitamos de infraestrutura adequada, do ponto de vista arquitetônico e tecnológico. E é isto que nossa instituição promove com esta unidade: atendimento mais seguro e focado no paciente”.
 
Expansão
Há dois anos, o Hospital Metropolitano assumiu 100% dos serviços de Hemodinâmica, antes prestados por uma empresa contratada. Desde então, o investimento no setor superou a cifra de R$ 4 milhões.
 
Cateterismos, angioplastias, embolizações, tratamentos de aneurismas, entre outras intervenções, são alguns dos procedimentos realizados.
 
A área foi reinaugurada há cerda de um ano, em um espaço maior e mais moderno.  Um dos investimentos foi a aquisição do Allura Xper FD20, da Philips, com recursos para o diagnóstico e o tratamento de obstruções vasculares complexas, no coração, no cérebro e nos vasos periféricos. Em todo o Brasil, existem apenas outros cinco equipamentos com a mesma configuração.
 
De acordo com o diretor de Gestão Administrativa e Financeira do Metropolitano, Benoni Antonio Santos, a quantidade de procedimentos passou de cem para 300 por mês. “O Hospital optou pelo investimento em recursos tecnológicos de última geração. Este equipamento oferece alto nível de qualidade e de precisão”, enfatiza.
 
Outros recursos
A exclusiva tecnologia XperCT permite que, se necessário, o paciente seja submetido imediatamente a uma tomografia, sem precisar de deslocamento.
 
O coordenador da Hemodinâmica, Antenório Aiolfi, destaca também o uso do VasoCT, que possui excelente resolução de imagens (1024x1024 pixels), sendo este um diferencial. Por meio dele, o profissional verifica detalhes dos vasos e stents com grande definição.

 


Fonte: Assessoria de Comunicação Hospital Metropolitano